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Friday, May 26, 2017

RÉSEAU VOLTAIRE -- Fortalecimento da concertação militar entre Washington e Moscovo

Fortalecimento da concertação militar entre Washington e Moscovo

  
Neste momento em que o exército russo e o americano se estendem pelo Médio Oriente alargado, foram abertos, entre os mesmos, três canais de comunicação:
- 1. No Estado Maior das Forças  Armadas dos Estados Unidos, o General Kenneth F. McKenzie Jr. (na foto), foi designado para lidar de urgência com todos os problemas que possam surgir entre os dois exércitos, nessa região.
- 2. Foi estabelecida uma linha de comunicação directa entre os responsáveis ​​pelas operações de ambos os países, no Iraque e na Síria, a fim de coordenar os esforços conjuntos nas quatro zonas  de não conflito, designadas pelos acordos em Astana. Estes acordos foram concluídos sob os auspícios do Irão, da Rússia e da Turquia, mas não foram reconhecidos oficialmente pelos Estados Unidos. Presume-se que há um outro acordo entre Moscovo e Washington, que será considerado secreto, sobre este assunto.
- 3. Acaba de ser instalada uma linha directa entre o comandante do Centcom, General Joseph Votel e o seu homólogo russo. Não se trata, neste caso, de lidar problemas tácticos, mas sim,  estratégicos.

Este dispositivo marca uma revolução em relação aos hábitos das Forças Armadas americanas, que se opuseram sempre ao mesmo. É o resultado directo da nova estratégia incutida por Donald Trump.

RÉSEAU VOLTAIRE -- Renforcement de la concertation militaire entre Washington et Moscou

Renforcement de la concertation militaire entre Washington et Moscou

  
Alors que les armées russes et états-uniennes se déploient au Moyen-Orient élargi, trois canaux de communication ont été ouverts :
- 1. À l’état-major interamées US, le général Kenneth F. McKenzie Jr. (photo), a été désigné pour traiter en urgence tout problème entre les deux armées dans la région.
- 2. Une ligne directe a été établie entre les responsables des opérations des deux pays en Irak et en Syrie afin de coordonner leurs efforts dans les quatre zones de déconfliction instaurées par les accords d’Astana. Ces accords ont été conclus sous les auspices de l’Iran, de la Russie et de la Turquie, mais n’ont pas été reconnus officiellement par les États-Unis. Il semble donc qu’il existe un autre accord, celui-ci secret, entre Moscou et Washington à ce propos.
- 3. Une ligne directe vient d’être installée entre le commandant du CentCom, le général Joseph Votel, et son homologue russe. Il ne s’agit pas là de traiter les problèmes tactiques, mais stratégiques.
Ce dispositif marque une révolution par rapport aux habitudes des armées états-uniennes, qui s’y étaient toujours opposées. Il est la conséquence directe de la nouvelle stratégie insufflée par Donald Trump.

Thursday, May 25, 2017

Manlio Dinucci -- Trump a caminho do G-Nato de Taormina




«A’ARTE DA GUERRA»

Trump a caminho do G-Nato de Taormina


 | ROMA (ITáLIA)  



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O Presidente Trump, depois de ter estado na Arábia Saudita e em Israel, visita Roma amanhã e vai, em seguida, no dia 25, à Cimeira da NATO em Bruxelas e volta a Itália, nos dias 26 e 27, para assistir ao G7 de Taormina e para conhecer a base dos EUA/NATO, em Sigonella.
Quais são os objectivos da sua primeira viagem ao estrangeiro? São, sobretudo, três - explica o General McMaster, Conselheiro do Presidente para a segurança nacional - difundir uma "mensagem de unidade" aos muçulmanos, judeus e cristãos; construir relacionamentos com os líderes mundiais e projectar o poder americano no estrangeiro.
A visita a Roma é a terceira etapa do que é descrito como uma "peregrinação religiosa aos locais sagrados das três grandes religiões". O "Peregrino" começou a viagem, assinando em Riyadh um acordo de venda de armas dos EUA à Arábia Saudita, no valor de 110 mil milhões de dólares, que se irão juntar às fornecidas pelo Presidente Obama, no valor de US $115 biliões. Armas usadas, entre outras coisas, na guerra da coaligação liderada pela Arábia Saudita e apoiada pelos EUA, que mata civis no Iémen.

Manlio Dinucci -- Trump making his way to the “G-Nato” at Taormina

“THE ART OF WAR” 

Trump making his way to the “G-Nato” at Taormina

Donald Trump is trying to change his allies’ strategy: first by abandoning the goal of regime-change across an enlarged Middle East and second, by smashing their current tool, Islamic terrorism. However this approach is forcing him to make greater concessions. One of these is a mega deal, whereby the US will sell arms to Saudi Arabia. But what does this achieve? Not much other than increasing the likelihood of war.
 | ROME (ITALY)  
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After visiting Saudi Arabia and Israel, President Trump, will be in Rome tomorrow. Then on 25 May he will proceed to the Nato Summit at Brussels and return to Italy for the G7 meeting at Taormina (26 May – 27 May) and will also visit the US/Nato base at Sigonella.
What is he actually hoping to achieve by this, his first visit abroad? General Mc Master, the President’s advisor on national security, explains that his President has three core objectives: 

• to launch a “message of unity” to Muslims, Jews, Christians;
• to establish relations with leaders all over the world; and
• to project American power abroad.
His visit to Rome is the third stage of what is described as a “religious pilgrimage to the holy sites of the three great religions”. The “pilgrim” initiated his journey, by signing at Riyadh a 110 billion dollar agreement for the sale of US arms to Saudi Arabia. These arms will be added to those that President Obama supplied earlier on for no less than 115 billion dollars. Such weapons as well as others are deployed, in the coalition’s war under Saudi leadership, supported by the US, which is making a bloody carnage of civilian corpses in Yemen.

Manlio Dinucci -- Trump vers les sommets de l’Otan et du G7

« L’ART DE LA GUERRE »

Trump vers les sommets de l’Otan et du G7

Donald Trump tente de modifier la stratégie de ses alliés : d’abandonner l’objectif de changer les régimes du Moyen-Orient élargi et au contraire de détruire leur outil actuel, le terrorisme islamique. Cependant cette démarche le contraint à multiplier les concessions, comme la vente massive d’armes à l’Arabie saoudite, et donc à renforcer les situations de guerre.
 | ROME (ITALIE)  
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Le président Trump, après avoir été en Arabie Saoudite et en Israël, est demain en visite à Rome, pour ensuite aller le 25 au Sommet de l’Otan à Bruxelles et revenir en Italie les 26-27 pour le G7 à Taormina et la visite de la base US/Otan de Sigonella.
Quels sont les objectifs de son premier voyage à l’étranger ? Principalement trois, explique le général McMaster, conseiller pour la Sécurité nationale : lancer un « message d’unité » aux musulmans, juifs et chrétiens ; construire des relations avec les leaders mondiaux et projeter la puissance états-unienne à l’étranger.

RÉSEAU VOLTAIRE -- Manchester, o MI6, a Al-Qaïda, o Daesh e os Abedi



Manchester, o MI6, a Al-Qaïda, o Daesh e os Abedi


  




Segundo a Scotland Yard, o ataque contra os espectadores do concerto Ariana Grande, na Arena  de Manchester, em 22 de Maio de 2017, foi levado a cabo por Salman Abedi, visto que, felizmente, encontraram um cartão de crédito no bolso do cadáver feito em pedaços, do "terrorista".

Este ataque é geralmente interpretado como prova de que o Reino Unido não está envolvido no terrorismo internacional e que, pelo contrário, é uma vítima do mesmo.

Salman Abedi nasceu no Reino Unido e nasceu no seio de uma família de imigrantes líbios. Viajou várias vezes para a Líbia, nos últimos meses, só ou na companhia do pai.

Este último, com quem Abedi Ramadan vivia, era o antigo Director dos Serviços Secretos da Líbia. Era perito no acompanhamento do movimento islâmico, mas duas décadas mais tarde, não viu que o seu filho tinha aderido ao Daesh.

Em 1992, Ramadan Abedi foi novamente enviado para a Líbia pelo MI6 britânico e participou numa conspiração da Coroa Britânica para assassinar Muammar Gaddafi. Quando a operação foi descoberta e divulgada, ele foi retirado subrepticiamente pelo MI6 e transferido para o Reino Unido, onde obteve asilo político. Em 1999, estabeleceu-se em Whalley Range (no Sul de Manchester), onde reside a pequena comunidade islâmica da Líbia, no Reino Unido.

Em 1994, Ramadan Abedi voltou para a Líbia, a mando do MI6. No final de 1995,  participou na criação do Grupo de Combate Islâmico Líbio (LIFG), a filial da Al Qaeda, ao lado de Abdelhakim Belhaj. Nessa altura, o LIFG foi encarregado pelo MI6 de assassinar Muammar Gaddafi a troco de 100.000 libras estrelinas. Esta operação, que também falhou, provocou debate acalorado dentro dos serviços de Sua Majestade, e deu origem à renúncia do nosso amigo David Shayler. 

Muitos "antigos membros" do LIFG também viveram em Whalley Range, bem como Abd al-Baset Azzouz, amigo de Abedi. Em 2009, este último aderiu à Al Qaeda, no Paquistão, e  tornou-se num colaborador próximo de Ayman al-Zawahiri, o líder dessa organização. Em 2011, Azzouz tornou-se membro activo da operação da NATO contra a Líbia. Em 11 de Setembro de 2012, dirigiu a operação contra o Embaixador dos Estados Unidos na Líbia, J. Christopher Stevens, morto em Benghazi. Em seguida, foi preso na Turquia e extraditado para os Estados Unidos, em Dezembro de 2014, onde o seu julgamento ainda está pendente.

Não se sabe se, em 2005, Ramadan Abedi se juntou aos membros do LIFG para formar a Al Qaeda no Iraque e se, em 2011, e participou na operação "Primavera Árabe" do MI6 e se foi apoiante no terreno, do LIFG junto à NATO. De qualquer forma, estabeleceu-se na Líbia, após a queda de Gaddafi e a sua família foi transferida para lá, deixando os filhos mais velhos na casa da família, em Whalley Range.

Segundo o antigo Primeiro Ministro espanhol, José Maria Aznar, Abdelhakim Belhaj estava envolvido nos atentados de Madrid de 11 de Março de 2004. Mais tarde, foi detido, secretamente, na Malásia pela CIA e transferido para a Líbia, onde foi torturado, não por funcionários líbios ou americanos, mas por agentes de MI6. Finalmente,  foi libertado aquando do acordo entre Saif al-Islam Kadhafi [filho de Gaddaffi] e os jihadistas.

Durante a guerra da Líbia, Belhadj que estava exilado no Qatar, regressou à Líbia num avião do Emir, e comandou as operações no terreno em conjunto com a NATO. Em 28 de Julho de 2011, ele organizou o assassinato do general Abdelfattah Younès que alegou ter-se juntado aos "rebeldes", mas que ele acusou de ter ordenado a luta contra o LIFG na década de 1990.

Em Setembro de 2011, Belhadj foi nomeado, pela NATO, governador militar de Tripoli. Em 2012, apoiado pela organização Irish Mahdi al-Hatari, criou o Exército Sírio Livre e em seguida, voltou novamente para a Líbia. Em 2 de Maio de 2014, foi recebido no Quai d'Orsay [O Ministério dos Negócios Estrangeiros francês].

Em Dezembro de 2013, após a descoberta nos arquivos do regime líbio de Gaddafi, de uma carta do antigo chefe do MI6, Belhadj instaura uma acção judicial contra o Reino Unido, em Londres,  por tê-lo sequestrado e torturado nove anos antes. Em seguida, os Serviços Secretos britânicos,  colocam ilegalmente os seus advogados sob escuta telefónica, embora tenham sido forçados a destruir esses registos.

De acordo com o Procurador Geral do Egipto, Hichem Baraket, em Maio de 2015, Belhaj tornou-se o principal líder do Daesh no Norte da África; informação obtida pela INTERPOL. Belhaj instalou três campos de treino do Daesh, na Líbia, em Derna (numa antiga propriedade de Abd al-Baset Azzouz) em Sirte e em Sebrata. Em Outubro de 2016, ele inicia uma nova acção judicial, em Londres, sobre o seu rapto e tortura, desta vez contra o antigo Chefe do MI6, Sir Mark Allen. 

O Daesh reivindicou a responsabilidade do ataque em Manchester, mas sem qualificar Salman Abedi de "mártir". Depois do ataque, Abedi declarou aos repórteres, que comunicaram com ele por telefone, a sua hostilidade à Jihad islâmica. Também disse que o filho tencionava passar o mês de Ramadan com ele na Líbia e que estava convencido da sua inocência. A pedido do Reino Unido, foi detido pela polícia Líbia.

RÉSEAU VOLTAIRE -- Manchester Attack as MI6 Blowback

Manchester Attack as MI6 Blowback

  
According to Scotland Yard, the attack on the crowd leaving the Ariana Grande concert at Manchester Arena, 22 May, has been perpetrated by Salman Abedi. A bankcard has been conveniently found in the pocket of the mutilated corpse of the ‘terrorist’.
This attack is generally interpreted as proof that the United Kingdom is not implicated in international terrorism and that, on the contrary, it is a victim of it.
Salman Abedi was born in the UK of a family of Libyan immigrants. He has travelled to Libya several times in the last couple of months, with or without his father.
His father Ramadan Abedi, with whom Salman lived, is a former officer in [Gaddafi’s] Libyan Intelligence Services. He specialised in the surveillance of the Islamist movement, but two decades later has failed to notice that his son has joined Daesh (IS).
In 1992, Ramadan Abedi was sent back to Libya by Britain’s MI6 and was involved in a British-devised plot to assassinate Muammar Gaddafi. The operation having been readily exposed, he was exfiltrated by MI6 and transferred back to the UK where he obtained political asylum. He moved in 1999 to Whalley Range (south of Manchester) where there was already resident a small Libyan Islamist community.
In 1994, Ramadan Abedi returned again to Libya under MI6’s direction. In late 1995 he is involved in the creation of the Libyan Islamic Fighting Group (LIFG), a local branch of Al-Qaeda, in conjunction with Abdelhakim Belhadj. The LIFG was then employed by MI6 again to assassinate Gaddafi, for a payoff of £100,000. This operation, which also failed, provoked heated exchanges within British Intelligence, leading to the resignation of one David Shayler.
Other former members of the LIFG have also lived at Whalley Range, including Abedi’s friend Abd al-Baset-Azzouz. In 2009, this last joined Al-Qaeda in Pakistan and became a close associate of its chief, Ayman al-Zawahiri. In 2011, al-Baset-Azzouz is active on the ground with the NATO operation against Libya. On 11 September 2012, he directs the operation against the US Ambassador in Libya, Christopher Stevens, assassinated at Benghazi. He is arrested in Turkey and extradited to the US in December 2014, his trial still pending.

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At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

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